No cinema após “Capitão América: Guerra Civil”

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Algumas questões – sem edição – que me assaltaram no final da sessão do filme Capitão América: Guerra Civil:

  • Por que as pessoas insistem em achar que a luz do celular não atrapalha o público? Pessoal, não é apenas o barulho do aparelho que incomoda. Não adianta nada se… Ah, deixa pra lá.
  • Muito legal essa ideia de sempre colocar “cenas do próximo filme” colada nos créditos finais. Assim a audiência não se levanta correndo e sai atropelando todo mundo. A graça de frequentar o cinema é justamente voltar para a realidade aos poucos, surfando nos nomes da equipe técnica, ouvindo um restinho da trilha e… Meu Deus, aquele cara acabou de empurrar uma velhinha.
  • O novo filme do Homem-Aranha tem tudo para ser demais. O moleque é incrível.
  • A Scarlett Johansson ficou à vontade no papel de Viúva Negra, né? Não gostava dela no começo.
  • Paul Rudd poderia fazer uma pontinha em todos os filmes. Não apenas nos Avengers ou comédias do Judd Apatow. Digo em TODOS os filmes mesmo. Seria bacana. Sei lá, no meio de O Regresso ele poderia interpretar um índio canibal que morre engasgado. Coisas assim sem sentido.
  • Será que já dá pra baixar só a sequência da luta no aeroporto?
  • Quando estreia o novo Homem-Aranha? Ele tem as melhores falas do filme, não?
  • Obrigado, Senhor! Um filme de super-herói tosco que não tem monstro alienígena e nem acabam com metade do planeta pra salvar a mocinha ou a mãe do protagonista.
  • Só acho que tem gente que voa demais. O Homem de Ferro, mais o amigo dele, mais aquele cara com as asas de águia, mais o cara vermelho… Mas tudo bem.
  • Vários heróis negros. Muito bacana.
  • Boas cenas de briga de verdade, porrada, como se os caras fossem de torcidas organizadas. Legal.
  • Tem uma pegada James Bond na primeira hora, né? Aquele prólogo, daí os créditos e então um passeio por diversas cidades do mundo.
  • Roteiro super afinado, entregando tudo (aliás, como era o anterior do Capitão América).
  • Incrível como realmente o cinema está cada vez mais parecido com a televisão (por causa da narrativa seriada). Logo só teremos filmes assim pra ver (por um tempo, pelo menos).
  • Eu até que gostei de Batman x Superman. Essa é a vantagem de não saber nada de quadrinhos de super-heróis. Nunca me decepciono porque fica difícil levar a sério um milionário que se veste de morcego e um sujeito com poderes infinitos que usa uma capa só de frescura. Então fico lá comendo pipoca e pensando em metáforas políticas bestas (Batman seria a direita coxinha e o Super-Homem os petralhas etc.). Mas depois de Capitão América: Guerra Civil, coitado desse último filme da DC. Pelo menos teve a Mulher-Maravilha (que eu pensava que era a Xena).
  • Vou tentar escrever apenas uma frase no blog porque estou sem tempo. Mas quero recomendar esse artigo do site Vulture, uma maneira espetacular da gente entender como fazem cinema hoje.
  • Bem que poderia ser como antigamente, com um ingresso valendo pro dia todo. Eu adoraria ficar aqui no cinema e assistir de novo.
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